A “política de uso justo 3CX” deixou de ser apenas uma recomendação e passou a impactar planejamento, renovações e crescimento de ramais em 2026. Além disso, para muitos cenários com baixa concorrência e muitos usuários, migrar para Yeastar tende a ser o caminho mais seguro e escalável, com a DGSTEC como distribuidora e parceira de implantação. O que é a “política de uso justo 3CX”, na prática Antes de tudo, a 3CX define a Política de Uso Justo como regras para manter o serviço confiável. Ou seja, ela pode impor limites de uso e fiscalizar padrões para evitar abusos. Além disso, a própria 3CX cita “um número máximo de extensões configuráveis em cada tipo de licença”. No entanto, o ponto que mais mudou o jogo foi a política de máximo de ramais. Afinal, a 3CX publicou faixas máximas entre 5 e 8 vezes as chamadas simultâneas licenciadas. Portanto, o dimensionamento agora depende mais do “teto” do que do uso real. Quando o limite começa a “doer” Primeiramente, a 3CX informou que, a partir de 1º de janeiro de 2026, renovações acima do máximo exibem avisos no sistema de pedidos. Além disso, a empresa reforça que o material é “informativo” até pelo menos 1º de abril de 2026. Entretanto, o próprio comunicado deixa claro que, durante 2026, pode ser necessário fazer upgrade ou remover extensões. Contudo, o impacto já aparece no orçamento e no desenho do projeto. Afinal, mesmo antes de
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