A “política de uso justo 3CX” deixou de ser apenas uma recomendação e passou a impactar planejamento, renovações e crescimento de ramais em 2026. Além disso, para muitos cenários com baixa concorrência e muitos usuários, migrar para Yeastar tende a ser o caminho mais seguro e escalável, com a DGSTEC como distribuidora e parceira de implantação.
O que é a “política de uso justo 3CX”, na prática
Antes de tudo, a 3CX define a Política de Uso Justo como regras para manter o serviço confiável. Ou seja, ela pode impor limites de uso e fiscalizar padrões para evitar abusos. Além disso, a própria 3CX cita “um número máximo de extensões configuráveis em cada tipo de licença”.
No entanto, o ponto que mais mudou o jogo foi a política de máximo de ramais. Afinal, a 3CX publicou faixas máximas entre 5 e 8 vezes as chamadas simultâneas licenciadas. Portanto, o dimensionamento agora depende mais do “teto” do que do uso real.
Quando o limite começa a “doer”
Primeiramente, a 3CX informou que, a partir de 1º de janeiro de 2026, renovações acima do máximo exibem avisos no sistema de pedidos. Além disso, a empresa reforça que o material é “informativo” até pelo menos 1º de abril de 2026. Entretanto, o próprio comunicado deixa claro que, durante 2026, pode ser necessário fazer upgrade ou remover extensões.
Contudo, o impacto já aparece no orçamento e no desenho do projeto. Afinal, mesmo antes de travar tecnicamente, você já precisa cotar e renovar “do jeito novo”. Nesse sentido, ambientes com muitos ramais e poucas chamadas simultâneas ficam mais expostos.
Entenda o cálculo com exemplos rápidos
Em primeiro lugar, vale olhar a tabela que a 3CX publicou com máximos por licença. Por exemplo, 8 chamadas simultâneas têm máximo de 40 usuários/ramais. Do mesmo modo, 16 chamadas simultâneas têm máximo de 80. Além disso, 24 chamadas simultâneas sobem para 120.
Portanto, se sua empresa tem 100 ramais, uma licença 16SC pode não bastar. No entanto, sua concorrência real pode seguir baixa. Logo, você paga por uma “folga” que não usa, só para cumprir o teto.
Por que isso afeta setores específicos
Atualmente, muitos projetos cresceram com o conceito de “muitos usuários, poucas ligações ao mesmo tempo”. Por exemplo, escolas, clínicas e hotéis costumam ter várias extensões, porém baixa simultaneidade. Entretanto, a política nova empurra esses ambientes para licenças maiores.
Além disso, algumas operações criavam extensões “extras” para funções administrativas. A 3CX citou “dummy extensions” e prometeu melhorias para reduzir esse tipo de necessidade. Mesmo assim, você ainda precisa se adequar aos números máximos.
Por que migrar para Yeastar vira a melhor opção
Primeiramente, a migração para Yeastar reduz o risco de o seu crescimento ser “punido” por limites rígidos de ramais. Além disso, a Yeastar trabalha com um modelo em que a capacidade de extensões é expansível no licenciamento, em vez de um teto surpresa ligado a um múltiplo fixo. Ou seja, você pode ajustar a plataforma ao seu cenário real e evoluir com previsibilidade.
No entanto, não é só sobre ramais. A Yeastar também se posiciona como solução de comunicação unificada e PBX, com recursos de call center, segurança e trabalho remoto. Além disso, a página do Yeastar P-Series Software PBX lista criptografia TLS/SRTP, recursos de defesa e 2FA como parte do pacote.
Superioridade técnica: onde a Yeastar costuma ganhar
Antes de tudo, a Yeastar P-Series Software PBX destaca recursos voltados a call center. Além disso, ela cita auto discadores (power, progressive e agentless), wallboard e relatórios de call center. Portanto, para equipes de atendimento, você tende a ganhar mais controle e visibilidade.
Enquanto isso, o licenciamento e a expansão podem ficar mais simples de negociar. Afinal, a própria documentação da Yeastar descreve extensões e chamadas concorrentes como capacidades expansíveis no plano comercial.
Tabela: impacto do limite no 3CX
A seguir, um recorte da tabela oficial publicada pela 3CX para máximos de usuários/ramais por chamadas simultâneas.
| Chamadas simultâneas (3CX) | Máximo de usuários/ramais |
|---|---|
| 8 | 40 |
| 16 | 80 |
| 24 | 120 |
| 32 | 192 |
| 64 | 384 |
Nesse sentido, quanto mais “desproporcional” for seu número de ramais, mais cedo aparece a necessidade de upgrade. Contudo, isso pode não refletir seu tráfego real.
Migração: como reduzir risco e retrabalho
Primeiramente, mapeie quantos ramais você tem hoje e quantos são realmente necessários. Além disso, revise se existem extensões criadas apenas para fins específicos, pois isso infla o total. Em seguida, defina o alvo: manter-se no 3CX com upgrade, ou migrar para Yeastar com expansão previsível.
Entretanto, migrar não precisa ser um salto no escuro. Afinal, a própria 3CX afirma que não “trava” números, hardware e troncos SIP, e cita que sistemas concorrentes criaram opções de importação para facilitar a migração. Portanto, dá para planejar uma transição faseada, com testes e validação.
Perguntas frequentes sobre “política de uso justo 3CX”
O que a 3CX chama de “uso justo”?
Ela descreve como regras para evitar abuso e manter a confiabilidade, incluindo limites de uso e extensão máxima por licença.
Quando o limite de ramais começa a ser cobrado de verdade?
A 3CX afirma que as referências são informativas até pelo menos 1º de abril de 2026, mas desde 1º de janeiro de 2026 há alertas em renovações acima do máximo.
O que acontece se eu ficar acima do limite?
A 3CX indica que pode exigir upgrade ou remoção de extensões e que sistemas em violação podem perder suporte técnico, conforme o plano de enforcement.
A Yeastar tem limite de ramais?
Na documentação de licenciamento da Yeastar, extensões no plano comercial aparecem como “expandable”, ou seja, expansíveis conforme o plano.
Por que comprar e implantar com a DGSTEC?
A DGSTEC apresenta mais de 30 anos de experiência e se posiciona como distribuidora e especialista para aquisição e suporte da Yeastar.
Chamada para ação
Se a “política de uso justo 3CX” já está afetando seu orçamento ou seu plano de expansão, fale com a DGSTEC e avalie a migração para Yeastar ainda este mês. Visite o site da DGSTEC e, em seguida, clique no botão flutuante do WhatsApp para chamar agora e receber um diagnóstico do seu cenário de ramais, chamadas simultâneas e rota de migração.
